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segunda-feira, 3 de maio de 2010

Amazing Amazon

Hoje pela manhã lembrei de uma passagem durante a viagem que fizemos em fevereiro para o Amazonas. Logo me dei conta que não escrevi nada sobre esta incrível viagem de sete dias. Essa experiência nasceu numa visita inofensiva ao site Decolar.com. A promoção estava lá no cantinho: São Paulo/Manaus por R$ 180,00. Ida e volta. Sem escalas. Em seis vezes no cartão. Uma viagem para o Amazonas por 6 parcelas de R$30,00?!! Bati o martelo no mesmo dia e botei boa parte da família nesta aventura.

Chegando em Manaus, tivemos a oportunidade de assistir o espetáculo Piaf com Bibi Ferreira no Teatro Amazonas. Foi uma noite de gala na companhia de Núbia Lentz onde assistimos a grande dama do teatro brasileiro dar adeus aos palcos depois uma temporada de mais de 30 anos interpretanto a vida de Edit Piaf. Começamos bem.

Dias depois, alugamos um carro e fomos todos - Daia, Danilo, Julia, Sofia e eu - conhecer a capital das cachoeiras do Brasil. Você sabia disso? Eu não sabia. O município chama-se Presidente Figueiredo, reúne uma porção de cachoeiras belíssimas e dedicamos dois dias a conhecer algumas delas. Maravilhosas.

Logo chegou o momento aguardado da viagem: dias de navegação pelo Rio Negro. O barco que contratamos foi o Araújo Silva, dirigido pelo próprio João Araújo. Um desenho da barco ilustra o cabeçalho deste blog. Fizemos 798 fotos da viagem e fiz apenas dois desenhos com lápis carandache. Esse é um deles e o outro foi feito em frente à casa do seu Araújo.
Mergulhos no encontro das águas, passeio com mateiros, visita a comunidades ribeirinhas, noites dormidas em rede, até que chegou o dia de madrugar para ver o amanhecer no Rio Negro. Acordamos às 4h e saímos com uma pequena canoa pelo rio. Fomos conduzidos por Deus, o nosso guia. Não o Deus Todo Poderoso. Me refiro ao Deuzimar. Ele se apresentou assim no primeiro dia: - Meu nome é Deuzimar mas podem me chamar de Deus. Então deve ser Deuz com zê, homônimo do original. Como não é fácil tratar qualquer um por Deus, nosso guia era chamado apenas por Deu.

Depois de alcançar um pequeno igarapé ficamos em silêncio absoluto aguardando o nascer do sol sentados na pequena canoa. Pensava naquela madrugada sobre o privilégio de aguardar o fenômeno do amanhecer no Rio Negro em plena floresta amazônica. Em vigília imaginava estarmos prestes a assistir ao espetáculo do despertar amazônico. Talvez uma revoada de pássaros raros, quem sabe algumas araras colorissem o céu, macacos poderiam ser ouvidos e vistos saltando entre as árvores, jacarés emergiriam para os primeiros movimentos do dia e se tivéssemos sorte poderiamos ver alguns golfinhos saltando perto de nós. Naquela escuridão que antecedia o amanhecer também imaginei os primeiros raios do sol clareando sutilmente esse fenômeno do nascer do dia no Rio Negro.

Depois de 40 minutos um pequeno 'ploc' próximo à canoa quebrou o silêncio. Sem usar a voz e apontando com o dedo para o fundo do rio percebemos o que Deus queria nos dizer: - Jacaré! Aquele 'ploc' era o estourar na superfície do rio de uma pequena bolha vinda de algum jacaré sob a canoa. Talvez um punzinho de um jacaré bem perto de nós... E voltamos para o nosso silêncio por mais alguns minutos. Nada acontecia. Sequer um novo 'ploc'.

Sem alarde o dia amanheceu. Nublado. Mais um pouco, o dia já claro e ouvimos nosso guia dizer: - Vamos voltar. Depois de uma hora e meia em silêncio na canoa tinhamos acabado de presenciar o amanhecer no rio Negro. Opa! E as araras? E os golfinhos? E os macacos? Nada. Absolutamente nada do que minha imaginação imaginara. Presenciamos somente o início de um mais dia no Amazonas...

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Father & Son


Outro dia encontrei esta canção no blog do amigo Márcio Svartman. Há 30 anos atrás Cat Stevens cantava Father & Son e eu a ouvia como filho. Agora assisti Yusuf Islam cantando a mesma canção e eu a ouvi como pai.

Eu e meu filho Danilo estávamos sem conversar há uns dois meses. Após um desentendimento entre nós que abriu espaço para o cada-um-para-o-seu-lado-e-tudo-bem, assistimos ao progressivo esfriamento da nossa relação e fomos ficando cada vez mais distantes. Neste período eu e ele nos encontramos aqui e ali. Mas não com a qualidade de relação que sempre tivemos como pai e filho. Poucas palavras, pouco interesse um pelo outro e dois tolos sofrendo cada um do seu lado com a distância entre nós cada vez maior.

Em março, Daia e eu recebemos Danilo e Júlia em casa para um jantar de aniversário - os dois nasceram com 3 dias de diferença. Pareceu uma trégua, mas a distância persistia entre ele e eu. Hoje de tarde ele me ligou chamando para uma conversa. Era hora do almoço e propus que almoçássemos juntos em casa. Foi daquelas conversas que mudam o curso da história. E o melhor de tudo, restauramos aquele fluxo de energia que existe entre duas pessoas que se amam. Valeu, filho. Valeu muito!

Beijo do pai.





segunda-feira, 19 de abril de 2010

Mamãe, o monge e o oficial

Hoje de tarde eu liguei para minha mãe. Ligo para ela quando sinto que tenho algo especial para dividir e não sou de ligar todo santo dia. Meu dia a dia não é tão cheio de coisas especiais, mas hoje eu senti vontade de contar umas coisinhas que se passavam aqui dentro.

Contei que tenho me sentido cada vez mais atraído pelo mundo da Educação. Ser aprendiz e ser educador, ser inspirado e ser inspiração, conduzir e ser conduzido. Gosto da emoção vivida no processo de aprender seja no papel do aprendiz, seja como educador. Atualmente aprendo Alemão e minha professora Andrea Khrom quando não é minha professora de Alemão é minha aluna de Aikido quando lá eu sou o professor. Muitas vezes alterno meu papel de consumidor e fornecedor de conteúdo e pulo de professor para aluno com facilidade. Gosto da vida que mora no aprender quando o processo é genuíno, pois sabemos que existe a triste experiência onde uns fingem que ensinam e outros fingem que aprendem. Isso não é educação e devia se chamar fingimento ou farsa. Falo de educação como aquele momento mágico onde aprende-se algo pela urgência da necessidade, pela convivência com alguém que ama o que faz ou pelo puro prazer de descobrir algo novo. E isso costuma acontecer muitas vezes bem longe das salas de aula ...

Minha mãe interrompeu essa conversa toda para fazer umas perguntas bem de mãe: Filho, você têm diploma de educador? E se alguém lhe perguntar a sua formação? Você não é arquiteto? Dizer que é professor tudo bem mas para ser educador tem que ter estudado Pedagogia, não? Acho melhor dizer o que você é, arquiteto, e não educador...

Minha mãe é maravilhosa e nossa comunicação é absolutamente franca. Ela diz o que pensa sempre e isso é o melhor de tudo. As vezes não é o que eu espero ouvir. Simples. Na hora eu senti um misto de surpresa, indignação, tristeza e indiferença. Nesta ordem. E ao final, percebi que ela fala exatamente aquilo que uma pessoa normal pensa, mas não fala.

Em 2002, quando contei animado que iria começar um projeto de educação pelo Aikido para crianças da comunidade (favela) do Jardim Jaqueline ela foi direta: - Filho, você precisa ir lá? É perigoso! Com o tempo ela percebeu que não só era o lugar onde eu mais me sentia seguro como foi gratificante perceber o impacto daquele projeto no dia a dia da casa onde atuamos voluntariamente por 6 anos.

Esta conversa com minha mãe me lembrou a historinha do monge religioso sendo interrogado por um oficial de imigração num país muito conhecido pelo rigor em suas fronteiras ...

- Religião? Perguntou o oficial.
- Todas, respondeu o monge.
- Sinto muito, mas todas não pode. O senhor não pode entrar no nosso país.


O monge fez uma breve pausa e logo respondeu uma segunda vez ao oficial:

- Nenhuma! Não tenho nenhuma religião.
- Ótimo. Nenhuma pode. Seja bem-vindo ao nosso país.

;)




quarta-feira, 14 de abril de 2010

Sumi-e no Morisushi

No domingo passado eu ajudei meu filhote Daniel a fazer uma pequena mudança. Ele mora na República das Tias em Barão Geraldo, um bairro colado à UNICAMP onde faz faculdade de Música. Pegamos o amplificador, o violão, o novo computador e faltava a bicicleta que estava na rua da Consolação, na casa da avó de Ornela, sua namorada.

Enquanto esperava na rua observei que em frente ao prédio havia um restaurante, o Morisushi. Lembrei que há alguns anos recebi uma encomenda do amigo e designer Milton Cipis que cuidava do projeto de identidade visual do restaurante. Ele me pediu na ocasião um barco tradicional japonês em sumi-e. Depois de algumas pesquisas cheguei a um resultado final e entreguei o desenho.

Na véspera da inauguração do restaurante no Itaim uma construtora comprou o imóvel e os terrenos ao redor para construir um prédio e o restaurante não foi inaugurado. Recebi o valor pela ilustração mas não recebi mais notícias desse restaurante. Até descobri-lo sem querer no domingo passado. Era o tal Morisushi que estava lá, funcionando num novo endereço. Atravessei a rua para entrar e conferir se haviam usado a ilustração do barco. Logo percebi o desenho estampado nas camisetas vermelhas dos garçons e num grande painel na parede principal. E também nos cardápios e nos cartões. Pedi um exemplar de um cardápio velho para mostrar para Daia e Daniel que aguardavam no carro e logo contar esta história para eles. Por aqui eu colo um pedaço da imagem do cardápio que não coube inteira no meu scanner. Essa descoberta no domingo passado foi o suficiente para viajar feliz para Campinas.

domingo, 4 de abril de 2010

Túnel do tempo



Essas fotos devem ser de 85 e 86 e foram tiradas naquelas cabines automáticas.
Estão comigo Laura e Danilo na primeira. Laura e Ana na segunda.
Elas foram minhas enteadas entre 83 e 92, tempo que fui casado com Miriam, mãe do meu primeiro filho, o Danilo. Laura fez 29 anos recentemente e essa foto foi uma gostosa lembrança que enviei para ela via facebook. Nela estou com a idade do Danilo hoje...

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Meu filho Daniel



Upload feito originalmente por zerobueno
Daniel Bueno virou
Daniel Sete Cordas que virou
Dani Sete que virou
Donizete que virou Doni Bueno...

Hoje é dia 12 e ele completa 19 anos.

Parabéns e um beijo do pai.


















[foto de Florentine Versteeg]

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

OBRIGADO 2009


Coisas para compartilhar neste finzinho de ano e agora acho um tempo para escrever depois de dias corridos.


Escrevo do Vale do Pavão, em Visconde de Mauá, na casa de Julio e Raquel Galhardi onde aguardamos o inicio de 2010 nos ares das montanhas, tomando bons vinhos e rabiscando em Carandache.


Começo pelos convites do João Nery e da Cely Mantovani, respectivamente amigos e executivos da Agre e da CEF que me chamaram para participar de dois eventos distintos. O primeiro no Refúgio Cheiro de Mato em Mairiporã e o segundo na Fazenda Hípica de Atibaia. Foi meu começo de fim de ano. E mais uma vez levei a arte Aikido como plataforma para refletir sobre liderança e consciência num clima de celebração e desenho de futuro.



Logo chegou o Natal em família onde ouvimos a 26a. carta de Noel para Marinhos e Buenos. Esta cartinha é uma tradição que minha irmã Noemi herdou e mantém viva enchendo o coração de todos com os melhores momentos do ano de cada um dos filhos, netos, genros e noras de Jose e Myriam, os meus pais. Saboreamos cada palavra da carta sempre lida pela Rita, outra de minhas irmãs. Um momento mágico onde as conquistas e curiosidades de cada um dos membros de uma família é revivido. Logo beijos e abraços, troca de presentinhos de amigo secreto, novamente palavras de carinho entre todos e uma ceia para encerrar a noite.





No dia 25 uma pedalada no lugar da ressaca natalina. Apesar de dormir às 4h00, às 9h00 Daia e eu saimos de casa com nossas bicicletas para nos somarmos ao grupo do Olavo Bikers que pedalam aos domingos e feriados desde 1995. 5km de casa ao FNAC. 33 km girando por uma São Paulo sem carros e mais 5km de volta para o Butantã. Posso dizer e tenho testemunhas que foi o grande batismo de Daia sobre o celim. Yes, she can! E vamo que vamo em 2010.



Antes de viajar para as montanhas do Rio uma aflição: o que fazer com Toró e Ziza? Nossos gatos nunca passaram mais de dois dias sozinhos. Quem para cuidar dos pequenos até o começo de janeiro? Valdomiro! Trabalha no condomínio onde moro e aceitou a tarefa de limpar caixa de xixi, recolher cocô, trocar a água e cuidar da ração dos gatos. Coisa pequena que torna-se grande em época que todos viajam para fugir de São Paulo.


Agora é tempo de dormir até tarde, desenhar sem pressa na varanda, descansar no sofá, renovar energias, rir entre amigos, tomar bons vinhos, fumar bons charutos, falar bobagem, pisar no barro, olhar para o céu, sonhar grande e fazer pequeno.


Desejo a todos que acompanham e comentam as "mensagens na garrafa" deste blog um Ano Novo pleno de tudo aquilo que cada um acredita ser importante para ser feliz.


Beijos e abraços



sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

BONENKAI HARMONIA 2009

Que 2010 seja um ano pleno de ki em todos os sentidos e repleto de tudo que é importante para uma vida feliz. Até breve!

domingo, 13 de dezembro de 2009

Círculos de harmonia


Acabo de chegar do Rio de Janeiro com novas histórias na bagagem. O motivo principal desta ida ao Rio, assim como todas as outras idas em 2009, foi o mesmo: treinar bom Aikido sob orientação de Luis Gentil Sensei e estreitar os laços com os amigos do Círculo de Aikido. Ao redor do motivo principal emergem os motivos não principais que tornam a ida ao Rio cada vez mais especial.

Bar Vinte. Ipanema.

No Jardim Botanico fui recebido por Julio e Raquel Galhardi e conheci as siamesas Fiona e Suzy que me lembraram Ziza e Toró. Lá comemos e conversamos muito e também provei de uma cachaça de milho com mais de 40 anos. Literalmente uma senhora cachaça! No Clube Naval fiz sauna com direito a boa prosa na beira da Lagoa e reencontrei o Gil que já apareceu aqui no blog em setembro. Ele é o rapaz que atende no bar da sauna e ama a corrida. Julio e eu decidimos dar uma força e em 2009 ele fez suas últimas provas, entre elas a volta da Pampulha, com tenis de qualidade. No Bar Vinte em Ipanema tomamos o chopp obrigatório para festejar o exame para Nidan do Júlio. No Leme, sob chuva fina e numa praia vazia, um mergulho no mar e boa caminhada pela areia conversando com Luis Gentil. Nas Laranjeiras, almocei com minha irmã Rita e matei a saudade de toda a família comendo delicioso frango ao curry e ouvindo as novidades dos sobrinhos. Quarenta e oito horas de saúde, alegria e convívio com gente querida.

Minha irmã Rita e família. Laranjeiras.

domingo, 1 de novembro de 2009

No beef, no beer, no bread

Hoje é 1º de novembro, escrevo da varanda da casa de meus primos Fernando e Nicole, na companhia especial de tios queridos Fernando e Maria Tereza. E começo hoje um novo jogo que irá até o final do ano. Adoro carne, adoro uma cerveja e adoro pão. Não tenho nenhum plano de me tornar vegetariano, abstêmio ou nunca mais comer um paozinho. E tão pouco quero defender alguma causa ou uma dieta BBB. Quero somente jogar o jogo de me descolar de hábitos aos quais me sinto grudado, sentir que tenho escolhas e descobrir prazer em outros lugares.



Sem dúvida a experiência de deixar o carro foi uma inspiração. Abrir mão do carro por um mês não significou ficar parado e não chegar aos compromissos. A experiência abriu uma enorme quantidade de possibilidades e relações que não fazia a menor idéia. Fora as conversas aqui e ali sobre a grande aventura: viver em São Paulo e ser feliz.

Pareceu provocação o nome do restaurante onde fomos comer hoje: O Rei do Filet. Na mesa aqueles pãezinhos franceses, duas picanhas ao ponto e, claro, chopp por todo lado. Tentei me divertir com o molho de cebola e a salada como entrada. Em seguida, dividi um prato grande de abadejo com molho de camarão invisível com meu primo. Para beber, água, gelo e limão e uma caipiroska. O melhor de tudo foi saber que tinha companhia nesse jogo e não sabia. Acabo de ler que somos dois: eu e Claudio de Salvador. Show! E aproveito aqui para propor um dia semanal para relaxar o jogo, ou seja, um dia por semana permitido para o paozinho, a breja e a carne. Pelo menos em novembro. Que tal, Claudio?





Um aluno no Dojo e outro amigo via facebook logo brincou comigo quando soube dos planos de no beef, no beer, no bread me perguntando: no fun? Ao contrário! Lots of fun senão não teria graça. Tudo isso é muito mais pelo prazer que pelo sacrifício. Prazer de me sentir livre e quem sabe lá no final ... no belly!















domingo, 23 de agosto de 2009

Feijão com Choro 2


Ontem reunimos amigos e amigas na Vila Indiana para fazer umas das três coisas boas da vidas: comer uma comida bem feita, conversar com pessoas de bem e ouvir boa música.

A feijoada deliciosa, com direito a uma panela especial para os vegetarianos, ficou por conta da Maria e da Zilda. A Maria é uma cozinheira de mão cheia, adora o que faz e é presença garantida nas próximas aventuras gastronômicas.

As pessoas de bem são os nossos amigos e amigas de muitos lugares: da FAU, do Dojo Harmonia, do Instituto Ethos e do ISA, do Morro do Querosene, da SOL, da Palas Athena e da família Marinho.

A boa música foi um presente dos meninos do choro. Meu filho Daniel - que também atende por Donizete ou apenas Doni, tocou o sete cordas de Gabriel, que tocou seu cavaquinho entre a flauta da Bia e os saxes (!) do Edu e do Marcio. João Serfozo se juntou ao Kyo para fazer a percussão no segundo pandeiro.

Um saboroso sábado em todos sentidos. Aguardem o próximo.









segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Pais e filhos

No sábado teve almoço especial na casa dos meus pais: Cozido feito pela mãe.
No domingo teve jantar especial com Daia, meus filhos Danilo e Daniel e suas respectivas namoradas, Ornella e Julia num restaurante chinês maravilhoso: o Ton Hoi.
Hoje, segunda-feira, teve café da manhã especial pós-treino no Dojo. Um tipo de drible na pressa paulistana trazendo um pouco de prosa e afeto para o começo da semana.

Começo assim o dia 10 de agosto inspirado e orgulhoso pelo sangue familiar e devo aos que lêem este blog uma mensagem menos furiosa que a última. Estico uma linha de tempo e colo abaixo a imagem do meu avô Francisco Bueno, que não conheci, cercado pelos filhos e netos. Meu avô Justiniano Rocha Marinho, que também não conheci, com minha querida avó Noemi. Um close de meu pai em foto recente. Em seguida algumas imagens do jantar de ontem à noite com meus filhos. Melhor que as ostras de cananéia, o wantan incomparável, as costelinhas agridoces e o macarrão shopsuey frito compartilhado em família foi ler e reler a carta escrita pelo Daniel. As palavras que me emocionaram ontem estão na última imagem por aqui. Aproveito e torno público o privilégio que sinto em pertencer ao rio dos Marinhos e dos Buenos que segue seu curso com meus filhos criando suas próprias vidas.








domingo, 26 de julho de 2009

Feijão com choro

Ontem Daia e eu comemoramos nossos aniversários, ela 35 eu 49. O frio estava na medida certa para festejar com feijoada e chorinho em casa. Reunimos alguns amigos que se somaram aos nossos filhos e a uma boa parte da minha família representada por irmãs, sobrinhos, pai e mãe. Queríamos reunir todos os amigos e amigas mas não daríamos conta de servir a todos com atenção.

Maria e Zilda foram as mestras na cozinha preparando o feijão divino. Amigos do Dojo Harmonia, do Ethos, do Jardim Jaqueline e o destaque especial para o quarteto formado por Fred Dale no cavaquinho, Uirá no violão, Daniel Bueno no sete cordas e João Serfozo no pandeiro.

Na varanda de casa fizemos os últimos acordes da noite. Os que resistiram até o final levaram uma lembrancinha: um potinho de feijão! Por aqui deixo um trecho do chorinho delicioso que temperou a festa. Ótima semana a todos!